Não envenenem mais
o peso
das coisas sem idade.
Deixem-nas
amorosamente repousadas,
levemente esquecidas,
levemente lembradas
- um lago calmo
de águas densas e paradas.
(1965-2010)
Alberto Soares, in «Arpose»
Nenhum homem consegue banhar-se duas vezes no mesmo rio . Porque não é o mesmo homem, nem é o mesmo rio. Tudo flui. Heraclito, em vers...
Ora aqui está uma combinação exemplar.
ResponderEliminarJá disse no Arpose que acho o poema lindo. Quanto a Saraband é um dos poucos filmes de Bergman que revi. Aliás, vi-o duas vezes no cinema, quando estreeou. Magnífico!
O poema é lindo, MR, e eu não resisti à tentação de o surripiar para a minha «arca»... Fico aliviado por saber que pelo menos uma voz defende a minha absolvição ... :-))
ResponderEliminarPoema lindíssimo que eu não conhecia! Quanto ao filme, fui a Lisboa ver o filme, porque não pasava aqui no Porto por ser digital, depois comprei o filme. Sou uma incondicional de Ingmar Bergman, com os filmes dele aprendi muito.
ResponderEliminarUm abraço,
Manuela
Inteiramente de acordo, Manuela, relativamente aos dois aspectos.
ResponderEliminarGrato pela visita. Um abraço.
Um "nihil obstat", muito reconhecido,pela sua gentileza e sensibilidade.
ResponderEliminarAlberto Soares
Finalmente respiro, aliviado...:-)
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