Sôbolos rios que vão por Babilónia, sentados
chorámos as lembranças de Sião,
e nos salgueiros pendurámos as harpas
contra o vento.
Herberto Helder, O Bebedor Nocturno - poemas mudados para português,
Assírio & Alvim, p.15
La solitude n'apprend pas à être seul, mais le seul. E. M. Cioran , Oeuvres, Editions Gallimard, 1995, p.337