Não é de amor que careço.
Sofro apenas
da memória de ter amado.
O que mais me dói,
porém,
é a condenação
de um verbo sem futuro.
Amar.
Mia Couto, Idades Cidades Divindades, Caminho, p.74
Now is the winter of our discontent Made glorious summer by this sun of York; And all the clouds that lour'd upon our house In the deep ...
Gosto imenso da música de Arvo Pärt, que encontrei, pela primeira vez, nesta Casa.
ResponderEliminarTambém gostei do poema do Mia Couto.
Ainda bem, MR. Fico feliz :-)
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