Não é de amor que careço.
Sofro apenas
da memória de ter amado.
O que mais me dói,
porém,
é a condenação
de um verbo sem futuro.
Amar.
Mia Couto, Idades Cidades Divindades, Caminho, p.74
La solitude n'apprend pas à être seul, mais le seul. E. M. Cioran , Oeuvres, Editions Gallimard, 1995, p.337
Gosto imenso da música de Arvo Pärt, que encontrei, pela primeira vez, nesta Casa.
ResponderEliminarTambém gostei do poema do Mia Couto.
Ainda bem, MR. Fico feliz :-)
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