Existes? não existes? imagino
como a alma se faz água
e o coração maravilha
quando na sombra da tarde
me atravessas pela vida.
Alberto Soares, Equilíbrio, Caminho da poesia, p.81
La solitude n'apprend pas à être seul, mais le seul. E. M. Cioran , Oeuvres, Editions Gallimard, 1995, p.337
Obrigada, Amanda. Fico contente por saber que gostou :-)
ResponderEliminarCreio que não se perturbam, excessivamente (:-)), um ao outro (o poema e o vídeo). A música é muito interessante. Obrigado, c. a..
ResponderEliminarNão tem de quê! :-)
ResponderEliminarSuspiro...
ResponderEliminarEspero que o suspiro seja sinónimo de deleite, e não de enfado... :-)
ResponderEliminarpus isto há umas horas no Adágio... e estava aqui!.... Beijo
ResponderEliminarT
rios confluentes... beijo
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